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January 27 A 1ª Missa do Colégio de PiratiningaPor isso, alguns dos irmãos mandados para esta aldeia no ano do senhor de 1554, chegamos a ela a 25 de janeiro e celebramos a primeira missa numa casa pobrezinha e muito pequena no dia da conversão de São Paulo, e por isso dedicamos ao mesmo esta esta casa.
A carta acima pode ser considerada a certidão da fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, nos relata como foi o ato, oferecendo-nos as seguintes informações:
- Local: era a aldeia de onde Anchieta escreveu, Piratininga. - Data: 25 de janeiro de 1554. - Como: pela celebração de uma missa. - Quem: alguns jesuítas “mandados” pelo superior provincial, Pe. Manuel da Nóbrega. - Cerimônia presidida pelo superior local, Pe. Manuel de Paiva. - Presentes: Tibiriçá, João Ramalho, Bartira, os jesuítas membros da nova comunidade, entre eles, José de Anchieta, muitos índios e colonos. Foi celebrada ao ar livre, já que a casa construída por Tibiriçá, a pedido de Nóbrega, era muito pequena, como descreveu Anchieta na carta quadrimestre a Santo Inácio. Os relatos (cartas) dos jesuítas, responsáveis pela catequese e educação dos cristãos e dos gentios, são a documentação existente sobre os primórdios da fundação da cidade de São Paulo, ocorrida por meio da 1ª Missa neste sítio.
Piratininga era o nome dado ao Planalto Paulista. Quando Martim Afonso de Souza empreendeu a colonização de São Vicente, já encontrou João Ramalho casado com Bartira, filha do cacique Tibiriçá, chefe dos Guaianases, que havia chegado à região entre 1500 e 1510. Fundada São Vicente, Martim Afonso de Souza transpôs a Serra para oficializar o povoado do Santo André da Borda do Campo. Nomeou então João Ramalho Capitão Mor dos Campos de Piratininga. Decorridos cerca do vinte anos, Tomé de Souza, primeiro governador geral do Brasil, visitou São Vicente, acompanhado do Pe. Manoel do Nóbrega, primeiro provincial da Companhia do Jesus no Brasil. Ele subiu ao planalto pela primeira vez em agosto de 1553, ficando impressionado com o lugar e animado por encontrar várias famílias cujos filhos estudavam no litoral. Decidiu então transferir a escola para lá, desrespeitando a proibição de Tomé de Souza de penetrar o sertão adentro. Segundo o relato de Anchieta, em carta a Inácio de Loyoloa, alguns irmãos chegaram na aldeia onde rezariam a 1ª Missa em 25 de janeiro de 1554, vindos muito provavelmente de Santo André da Borda do Campo. A 1ª Missa foi celebrada pelo Pe. Manuel de Paiva, ao ar livre, já que a edificação construída por Tibiriçá a pedido do Pe. Manuel da Nóbrega era muito pequena. E, segundo Tito Lívio Ferreira:
Os jesuítas chefiados por Manoel da Nóbrega vão diretamente à casa de João Ramalho, em Santo André da Borda do Campo, onde pernoitam. No dia seguinte, ao romper da madrugada, tomam o caminho de Piratininga, onde chegam manhã alta. Padre Nóbrega designa o Padre Manoel de Paiva para celebrante da missa de 25 de janeiro de 1554, no alto do Inhapuambuçu. Serve-lhe de acólito o irmão José de Anchieta. Padre Paiva eleva o cálice do sacrifício. Anchieta retine a campainha cujo eco se perde no silêncio do terreiro. E Manoel da Nóbrega, com os olhos no céu, pede as bençãos de Deus para o Real Colégio Nascente. A distância entre Santo André e São Paulo é de cerca de 20 quilômetros. Para uma tropa comum, composta de pessoas e jumentos, é percorrida num intervalo cerca de 5 a 6 horas (considerando uma marcha de 3 a 4 km/h). Considerando-se a rotina dos padres jesuítas e que a região era frequentemente atacada pelos índios Carijós, é muito provável que tenham partido pouco antes do amanhecer, que se deu às 05:46 horas.
Como não deve ter ocorrido muito tempo entre a chegada dos jesuítas e o início da 1ª Missa, podemos supor que o horário para este início esteja entre 10:00 e 12:00 horas. O resultado obtido para o cálculo da hora ajustada para a 1ª Missa do Colégio de Piratininga é 10:35 do dia 25/01/1554. Este trabalho está disponível para download. November 16 Mudança de endereçoCaros amigos e amigas
Em razão da maior facilidade para postar textos, os novos artigos estão sendo colocados no novo blog: www.abracadabrazen.blogspot.com
Espero que curtam.
Não deixem de acompanhar as novidades no site: www.abracadabrazen.com.br
April 09 Os Inconvenientes do Inglês para a Comunicação Aeronáutica Internacional
As Nações Unidas (ONU) surgiram em 1945. E, por sua vez, a ONU criou a Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO/OIAC). Em 1951, a OIAC simplesmente recomendou o uso do inglês na aviação civil. Se ao invés dessa simples recomendação houvessem estabelecido uma regra, o aprendizado do inglês seria obrigatório para todos os pilotos, seriam submetidos a exames, além de serem obrigados a dominar essa língua. Mas até hoje o inglês é uma matéria meramente opcional na formação dos pilotos. OS PROBLEMAS ATUAIS AS DEFICIÊNCIAS DA LÍNGUA INGLESA B - Incompatibilidade com o sistema métrico. C - O aprendizado do inglês pelos falantes não-anglófonos é difícil, pela presença de tantas irregularidades. As dificuldades encontradas por pilotos não-anglófonos que aprendem o inglês são enormes. Eis algumas: Os pilotos anglófonos teriam facilmente uma tendência de recorrer espontaneamente a expressões desse tipo em situações críticas, deixando seus interlocutores estrangeiros se perguntando o que significa uma frase como "I'm out of time" - poderiam pensar que o piloto rompeu o tempo x espaço (quando se trata de "Estou atrasado"). Ou então do tipo "dead reckoning": trataria-se do número de vítimas que morreram? (trata-se na verdade do "chutômetro") Enormidades lingüísticas desse tipo abundam no glossário piloto/controlador de vôo do Manual de Informação Aeronáutica da FAA. Kent Jones (Chicago, EUA), é engenheiro civil aposentado. Seu primeiro contato com a aviação foi durante o serviço militar na marinha norte-americana. Foi técnico em eletrônica na unidade de Aproximação Controlada por Terra na Estação Naval de Barber's Point, em Oahu, Havaí. March 21 Ingresso do Sol em Áries 2007 - São PauloComo muitos de vocês ou de nós, por ocasião do ingresso do Sol em Áries, optei por fazer um pequeno ritual.
Havia dado uma olhada no "céu" e, ao avaliar as configurações astrológicas, preferi não me impressionar com elas.
Primeiramente, o que é esse tal de ingresso do Sol em Áries? Muitos talvez desconheçam que o grau zero de Áries é também conhecido como Ponto Vernal. E, não se trata apenas de um novo ciclo astrológico, mas também, astronômico, tanto que determina o iníco dõ ciclo das estações do ano. Neste dia (e exatamente na hora indicada), visto de nosso planeta, o Sol cruza o plano do Equador em direção ao Norte. Nenhuma dessa corrdenadas é arbitrária e existe em razão dos diversos movimetnos astronômicos da Terra e do Sol. Porém, tomá-lo como início de um ciclo é absolutamente arbitrário. Há inúmeras razões para isso, mas que não irei discorrer neste espaço.
Minha proposta neste pequeno artigo é discorrer sobre as minhas impressões a respeito do mapa do Ingresso do Sol em Áries, tomado particularmente para São Paulo e com validade para boa parte do território brasileiro, incluindo-se Brasília, a sede do "poder".
Para quem me conhece, sabe que prefiro fazer a contagem do tempo em Astrologia Mundial, através das famílias de eclipses solares, uma referência mais confiável, completa e abrangente.
No entanto, ao ler alguns artigos falando sobre o Ingresso, tive a impressão de que não estávamos falanod de um mesmo mapa, tanto o entusiasmo e ufanismo que encontrei. No fundo, esta é a verdadeira razão de estar escrevendo este pequeno texto, mesmo que seja a única voz dissonante.
Vejamos primeiro algumas configurações de caráter geral e que independem das casas (ou seja, válidas para todo o globo):
Lua fora de curso: Tradicionalmente, esta indicação sozinha diria que na da acontece. A Lua fora de curso é ótima para meditar, sonhar, imaginar, mas não para acontecer, proporcionar resultados. Apenas este fato já é um alerta de que, pelo fato de não haver transmissão de luz, não haverá nenhum fato significativo no mapa em questão. Ah... alguém irá dizer que o "anão" está em 28º de Sagitário e a Lua em 26º de Áries e portanto, não se encontra fora de curso... Ora, anão não é planeta e tenho um texto escrito a esse respeito neste blog. E, mesmo para quem quiser incluí-lo poderá no máximo indicar alguma circunstância aterradora de natureza coletiva para os dias seguintes ao que escrevo este artigo, como um ataque terrorista, por exemplo (fique tranqüilo, nada disso acontecerá...).
Marte em oposição a Saturno: Outra indicação de não ação. Saturno se encontra retrógrado (quase estacionário), sugerindo o fim de um periodo sem regras, sem leis, em que as auroridades podem fazer o que lhes der na telha. Marte se opondo a Saturno mostra que para tudo há um limite e funciona como um policial que diz para parar e mostrar os documentos, pois foi autuado em flagrante. Figurativamente, é justamente este momento que representa: um carro parado na beira da estrada, com seu motorista se justificando perante o guarda por alguma infração cometida, enquanto que a família aguarda o desfecho (e a continuidade da viagem). Normalmente, a bibliografia astrológica indica que esta oposição (ocorrendo no eixo do poder Leão/Aquário) significa a interrupção da ação, do movimento.
Este Marte forma uma conjunção com Netuno, ou seja, o guarda pode estar enganado. Esta configuração sugere falta de discernimento nas ações que deveriam ser tomadas e não acontecem em razão da oposição.
Para São Paulo (e boa parte do Brasil), Marte é o regente do Ascendente em Escorpião. Portanto, esta será a "cara" do ano: engano e falta de ação por conta de um governo que diz que faz mas não consegue se mover.
Existem algumas boas indicações, como ocorre com Vênus em Touro, sugerindo que as atividades artísticas e o mundo da moda devem continuar proporcionando so resultados comercniais esperados, mas dentro das limitações impostas pelo bom aspecto que forma com Mercúrio em Peixes (exilado!!!). Vênus se encontra em seus próprios termos e é o planeta melhor dignificado, atrás apenas de Júpiter em Sagitário, outro benéfico. No entanto, mesmo este último, forma um trígono com Saturno, aquele da paradeira, e um sextil com Marte, o guarda. Em outras palavras, de certa forma, a expansão indicada por Júpiter encontra-se engessada ao significado da oposição que listei acima. E, como gosto de citar em aula, Júpiter em Sagitário promete muito e concretiza pouco. Envolvido na configuração citada, prometerá bastante e não terá com cumprir mesmo!!!
Felizmente, a Lua se encontra em movimento rápido, indicando que existe um forte desejo de fazer com que essa falta de ação seja logo superada e deixada para trás, idéia reforçada pela quadratura de Júpiter com Urano.
Assim, podemos pensar que no âmbito comercial, muitas medidas poderão até ser discutidas, mas custarão a serem implementadas. Tem o Pan chegando por aí, e será uma enorme decepção marcado pela falta de organização (novidade...). A indústria tentará exportar mais mas encontrará os famosos entraves burocráticos e acabará por optar em investir no mercado interno. Que por sua vez, pode se enforcar ainda mais nos longos crediários e financiamentos existentes na praça.
Pessoalmente, é um ano para assistir novamente ao desfile das escolas de samba no sambódromo. Ou seja, será um ano de Carnaval, de achar que está tudo bem e depois melhora, sem a verdadeira dimensão dos fatos. March 08 Aspectos do FemininoNum certo tempo da história da Tradição, o poder sacerdotal esteve inteiramente na mão das mulheres. Num dado momento da História, entretanto, o Culto Lunar foi substituído pelo Culto Solar, os homens passaram a ocupar o lugar antes atribuído apenas às mulheres e tivemos inclusive algumas mudanças na maneira como se apresentavam tanto a mitologia como a tradição. Apenas como exemplo, o caldeirão, instrumento típico para cozinhar, passou a ser uma taça e se tornou posteriormente o Graal. Hoje, nos encontramos num outro momento de nossa história e tanto homens e mulheres se debruçam diante das mesmas atividades e desafios. Disputam com eles mercados competitivos, muitas vezes acumulando às suas funções tipicamente maternais, uma carreira de sucesso. Ou sejam, têm uma jornada dupla. Em alguns povos e culturas, entretanto, a mulher ainda ocupa um lugar secundário na sociedade e em suas comunidades, como é o caso do islã. A sabedoria contida nas lâminas do Tarot a esse respeito é bastante interessante, colocando os arquétipos femininos em pontos-chave que nos remetem a reflexões profundas. Tudo parte do Louco, que simboliza o Ovo Cósmico. Embora esta lâmina tenha geralmente uma representação masculina, sabemos que o ovo é fecundado no interior de um útero. A lâmina conhecida hoje como O Hierofante era, na verdade, A Papisa, uma espécie de sacerdotisa secular, governando o reino dos mortais. Entre os 22 Arcanos Maiores do Tarot, encontramos oito representações femininas e seis masculinas. Enquanto seis é o número da sexualidade, oito é o do poder, da glória e do infinito. February 10 Eclipses 2007
De todos os fenômenos visíveis no céu, os eclipses sempre
foram os que mais assombraram a humanidade e estimularam sua imaginação.
Trata-se de um espetáculo impressionante quando o a Lua se interpõe diante do
disco solar e o oculta. Em Gênesis 1:14, há uma passagem que diz que “...Sejam feitos luzeiros no firmamento do céu, e separem o dia da noite, e sirvam para distinguir os tempos, os dias e os anos...”, reafirmando a importância atribuída pelos antigos a esses dois astros. Ptolomeu dizia que a falta das luminárias, que consiste no obscurecimento e
privação momentânea da luz, não pode ser mais do que um funesto presságio de
calamidades inevitáveis. O fato, entretanto, é que quando ocorre um eclipse há
também uma quebra, uma ruptura da ordem estabelecida, da harmoniosa
regularidade dos movimentos celestes e, conseqüentemente, um desarranjo na vida. Para definir sua natureza, levamos em conta o regente do eclipse, as
estrelas fixas que fazem parte do tema, bem como os planetas que estiverem
envolvidos na configuração. De uma forma genérica, podemos dizer que os signos
humanos dizem respeito à humanidade; os signos animais, aos animais em geral;
os signos terrestres, aos sismos; e os de água, às inundações e tempestades. Os
signos cardinais falam de regiões; os fixos, de edificações; os mutáveis, de
meios de transporte. Seguem os eclipses durante o ano de 2007:
Nota: Hora de Brasília January 17 A passagem do cometa McNaught (C/2006 P1)Alguém já o viu? Eu vi o Halley em 1986. E agora vi esse tal de McNaught, em homenagem ao cientista australiano que o registrou pela primeira vez. Cometas não costumam ser bons presságios, especialmente para os líderes mundiais e pessoas de grande expressão. Aquele outro. o Hale-Bopp, estava presente no céu por ocasião da morte da Princesa Diana. Na Idade Média, eram anunciadores de calamidades, guerra e mortandade, tanto no Ocidente como no Oriente. O cometa se encontra aproximadamente a 10º de Peixes (posso estar enganado quanto a isso, pois não encontrei efemérides decentes para calcular a sua posição), com grande variação em declinação e pequena em AR.
Coloco à disposição o que achei ao consultar os meus alfarrábios, considerando-se a sua posição por signo e casa, bem como o seu formato: - Encontrado no poente, sugere invasão territorial de uma nação sobre o país vizinho. O fato de se encontrar no poente também é um indicador de que os seus efeitos são mais lentos, geralmente se estendendo por cerca de três anos. - Formato de cimitarra: indicador de guerras e conflitos. - Em signo de Água: chuvas torrenciais e inundações; aumenta da criminalidade; aumento do materialismo em detrimento da religiosidade. - Em Peixes, além da morte de grandes homens, há indicações de empobrecimento da população e grande sofrimento para a humanidade, bem como, inundações. - Em casa VII (questionável, pois foi avistado pela primeira vez em agosto de 2006) sugere acordos e alianças inesperadas. - De cor amarela (eu o vi de binóculo!!!), sugere mudanças de legislação e modificação de costumes. Os cometas fazem parte do Sistema Solar e portanto, devem ser considerados de alguma maneira, talvez como "emissãrios" de notícias de fora do sistema... E, quanto maior o brliho, maior a sua ação, o que realmente me preocupa.
Bem, minha própria interpretação a respeito não descarta a perda de um nome importante, de um grande líder. Guerras e conflitos em decorrência do empobrecimento já estamos vendo pro toda parte. mas como seus efeitos se estendem por cerca de três anos, podemos contar ainda com algumas ações terroristas que provocarão grande comoção.
Para os "plebeus", entretanto, sempre é um importante indicador de costumes e de hábitos, como se estivesse portando uma boa nova. Numa pesquisa rápida que fiz, da passagem registrada de cometas anteriores, observei que as mudanças, mesmo que drásticas, acabaram por se mostrar benéficas para a população em geral. Assim, é esperar para ver.
Ele estará visível no céu, se as nuvens o permitirem, aproximadamente na direção SW, logo após o por do Sol.
Segue um link com uma imagem para a sua visualização: http://media.skytonight.com/images/McNaught_S_Hemis.jpg
Outras imagens e informações poderão ser encontradas aqui (role até o final da página para as imagens): http://cometography.com/lcomets/2006p1.html
January 03 Algumas configurações astrológicas para 2007Tentarei apresentar aqui alguns tópicos relativos às principais configurações astrológicas que se formarão ao longo de 2007. Júpiter encontra-se em Sagitário desde 24/11/06, ingressando em Capricórnio em 18/12/07. Estará retrógrado entre os dias 06/04/07 e 07/08/07, reforçando a região compreendida entre 10º e 19º. Sagitário é o signo da expansão dos horizontes, associado aos estudos de nível superior, à cultura e à filosofia. Júpiter encontra-se à vontade neste signo, favorecendo enormemente ainda as viagens, o contato com o exterior, o comércio de importação e exportação. Assim, além do otimismo e da confiança próprias que este signo contém, expandido pela essência do planeta, No entanto, quando este planeta se encontra em Sagitário, é muito fácil prometer, mas nem tudo será cumprido. Há uma combinação de excessos aqui, que será cobrada assim que este planeta ingressar no signo seguinte. O período retrógrado possibilitará uma revisão justamente dessas promessas, e será marcada por uma espécie de retração nas áreas cobertas pelo signo de Sagitário. Pelo sistema dos caldeus, Júpiter estará retrógrado na região da face da Lua e assim, podemos esperar alguma comoção popular para esses meses. Portanto, podemos inferir que várias dessas promessas (que geralmente se traduzem por expectativas) acabarão afetando a popularidade de todos aqueles que a fizeram. O período em que Júpiter estiver retrógrado é também desfavorável para a realização de campanhas publicitárias, uma vez que não atingirão o seu alvo. Teremos a realização do Panamericano do Rio em parte deste período. Desta forma, é melhor não contar com uma competição brilhante, mas apenas “burocrática”, em que não veremos muitos recordes sendo superados. Esta região corresponde ainda aos termos de mercúrio e assim, tentar-se criar notícias que mostrem outros aspectos de uma mesma verdade. É uma boa época para iniciar boatos, notícias confusas e algum caos na mídia e na imprensa. Não espero para este período boas notícias do meio político, especialmente no que provém do âmbito do Congresso que, possivelmente, não conseguirá quorum seja para discutir matérias de interesse ou ainda para votá-las. No final de janeiro e novamente no início de maio, forma uma quadratura minguante com Urano; este aspecto se repete nos primeiros dias de outubro. Trata-se de uma configuração que afeta especialmente as grandes viagens e, particularmente, aquelas realizadas por via aérea. Marcam períodos de crise e desentendimento no setor. Mas também interfere nas pesquisas, embora de maneira positiva, estimulando a busca de resultados originais por meio de pesquisas que empreguem tecnologia de ponta. Em virtude da posição de Júpiter, é provável que as melhores notícias provenham do meio acadêmico, notadamente nos primeiros dias de outubro. De março a maio, forma um trígono com Saturno. Este aspecto tende a trazer alguma ordem, imposta por governantes e autoridades. No caso do Brasil, podemos contar com um presidente “jogando para torcida” e muito mais voltado para a difusão de sua imagem no exterior do que dentro do próprio país. A propósito, o que esperar com Netuno se aproximando do Ascendente do mapa do país? Apenas mais engodo e ilusão para o povo e para a nação. Mas a trígono com Saturno tentará ao menos dar uma aparência de organização. Antares encontra-se em 09ª 51' de Sagitário, o que implica dizer que Júpiter estará em conjunção com esta estrela maléfica nos primeiros dias de janeiro e novamente, nos primeiros dias de agosto. De certa maneira, trata-se de uma configuração favorável a conter judicialmente o terrorismo e outras manifestações bélicas. Acredito em êxito nos períodos assim assinalados. Em março, temos dois eclipses e dois aspectos de Marte (oposição a Saturno e conjunção com Netuno). Tratarei dos eclipses em detalhe num artigo posterior. Entretanto, ocorrem numa região de péssimos sortilégios. Se somarmos com as configurações de Marte, teremos um evento capaz de frear a produtividade da indústria. Conto com algum evento que envolva ainda o sistema bancário, por meio de alguma fraude ou desvio de dinheiro público para esses dias. Saturno inicia o ano retrógrado em Leão, permanecendo assim até o dia 19/04/07, entre os 18º e 25º. Em 02/09/07, ingressa em Virgem. Estará em oposição a Netuno especialmente nos meses de fevereiro e junho, quando deverá se apresentar os seus significados mais desastrosos. Como vimos acima, podemos contar com toda sorte de engodos e tramas. Mas existe um outro significado que se mostra bastante positivo nesta época da oposição entre ambos os planetas: todos os temas associados ao bem estar, mas conduzidos pelas próprias comunidades ou por indivíduos que as mobilizam, se encontra amplamente favorecido. Esta mobilização deve se mostrar mais acentuada durante os meses em que Júpiter estiver retrógrado. Marte ainda forma outros aspectos com Júpiter e Urano, estimulando as ações nesta direção, podendo incluir as escolas, especialmente aquelas da periferia das grandes cidades, notadamente ao longo do mês de abril O mês de abril tende a ser um mês de recuperação, de reação, nos mais diversos sentidos, pois revela o desejo de promover mudanças sensíveis que permitam mais espaço e liberdade de movimento e expressão. Júpiter retoma o movimento direto no início de agosto, após o Pan. Nesta época, voltará a formar uma conjunção com Antares. Assim, é provável que tenhamos alguns atos de violência, depois que as forças responsáveis por combatê-la deixem a cidade do Rio. Mas nada que se compare ao terrorismo do final de 2006 e início de 2007. A oposição de Marte a Júpiter tende a funcionar como um choque de realidade. No início de setembro, temos o ingresso de Saturno em Virgem, indicando que agora é hora de voltar a trabalhar. Assim, depois da ilusão de patrocinar um evento no Rio, é bastante provável que se perceba que a realidade do parque industrial é outra e uma reorganização dos métodos de produção seja necessária. Entretanto, temo por outro assunto, que deve se estender durante o tempo em que Saturno se encontrar em Virgem: a reformulação das leis de trabalho. Embora necessárias, não serão facilmente mudadas ou reformadas. E logo em novembro, teremos o Brasil voltando a desacelerar a sua produção e, quem sabe, um aumento nos índices de desemprego. Urano está em Peixes e ficará retrógrado entre 23/06/07 e 24/11/07, entre 14º e 18º e, Netuno está em Aquário, retrógrado entre 25/05/07 e 31/10/07, entre 19º e 22º. Não existe nada em particular a eles assinalado. Todas as lunações ocorrerão no último decanato dos signos até julho, passando a acontecer no segundo decanato até o final do ano. E teremos dois eclipses solares e dois lunares ao longo do ano: 03/03/07: Eclipse Lunar Total, visível no Brasil por ocasião de seu nascimento. Ocorrerá no Zênite da Nigéria e Camarões. As informações acima podem ser obtidas através das Efemérides e, com respeito aos eclipses, no site da Nasa: http://sunearth.gsfc.nasa.gov/eclipse/eclipse.html Resumidamente, podemos então considerar a seguinte tabela, disposta em ordem cronológica, incluindo os aspectos de Marte:
December 28 Em 100 anos, Amazônia ficará 8°C mais quenteEstudo de dois anos, que será entregue ao governo, mostra ainda que o Sudeste terá menos umidade no ar
Daqui a cem anos a temperatura média da Amazônia poderá estar 8° C acima da atual, com volume de chuva 20% menor. December 27 Últimos seis anos foram os mais quentes da história, diz ONURelatório mostra conclusões de 2.500 cientistas sobre o aquecimento global A Terra está cada vez mais quente e o principal responsável pelo fenômeno, que ameaça a própria viabilidade do planeta, é o homem. Parte dos danos causados pelo aquecimento já é irreversível e o nível do mar continuará subindo durante mais de um século, mesmo se forem eliminadas as emissões de gases que geram o efeito estufa. Este é o resumo do Informe do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC, em sua sigla em inglês), que foi antecipado na terça-feira pelo jornal espanhol El País. O aquecimento global foi analisado por 2.500 cientistas durante cinco anos. Conclusões: seis dos sete anos mais quentes já registrados aconteceram depois de 2001; o Hemisfério Norte perdeu 5% de neve desde 1966; o nível do mar sobe por conta dos desgelos glaciais e aumento da temperatura. Desde 1961, subiu cerca de 0,8 milímetros por ano. Os cientistas acham altamente improvável que a recente mudança climática seja causada pela variabilidade natural do clima. O relatório, que apresenta conclusões da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o aquecimento global, é o quarto que será emitido pelo organismo, e aumenta o grau de precisão sobre a mudança climática e a influência do homem nesse processo. O grupo de estudiosos prepara ainda mais dois informes, um sobre o impacto do aquecimento na Terra e outro sobre a tecnologia que deve ser usada para minimizá-lo. Dados
Causa Da Agência Estado Veja o relatório: http://www.ipcc.ch/ December 26 Gelo do Ártico sumirá até 2040Financiado pela Nasa, novo estudo adianta em pelo menos 30 anos derretimento da camada gelada no Pólo Norte
O gelo que cobre o Oceano Ártico tem derretido de forma tão rápida que
o Pólo Norte será um mar aberto em apenas 30 anos, segundo previsão de
climatologistas americanos. Para eles, até 2040 a região não terá mais
aquele lençol gigantesco de água congelada, como acontece hoje. December 19 Lendas de NatalO Natal é, de fato a celebração de um evento muito anterior ao advento do Cristo. Associado com o Solstício de Inverno, embora com diferentes denominações e divindades, sempre teve em comum a celebração da vitória da luz sobre as trevas, do bem sobre o mal. O mito do nascimento de uma divindade solar é encontrado entre os persas e os egípcios.
Particularmente com respeito à data do nascimento do Cristo, a data de 06/01 era a preferida mas, até o século III, várias datas entre dezembro e abril coexistiam. No ano 350, Roma passou a adotar a data de 25/12, confirmada pelo Vaticano e, gradualmente, pelos demais cristãos (exceto pelos cristãos ortodoxos). Assim, a celebração do Natal, como o fazemos em nossos dias, é uma mescla de vários costumes e crenças pré-cristãs com outras que foram se desenvolvendo a partir da Idade Média. Contudo, o atual formato do Natal surgiu definitivamente no início do século XX. Origens persas e romanas Yalda, também conhecido como Shab-e-Cheleh, é celebrado na véspera do primeiro dia do Inverno (21/12) pelo calendário iraniano, ou seja, junto ao Solstício de Inverno. Trata-se de um festival que celebra o nascimento do deus solar Mithra. Era considerado de grande importância no Irã pré-muçulmano, embora continue sendo celebrado ainda em nossos dias, continuamente por uma período superior a 6000 anos. Alguns historiadores acreditam que este festival acabou se estendendo para a Europa através dos contatos entre Roma e o Império Persa, sendo posteriormente substituído pelo Natal em 25/12. Este festival acabou sendo melhor conhecido através de sua variação romana, que se transformou na Saturnália. De todo modo, o significado é o mesmo adotado em outras culturas, celebrando a vitória da Luz sobre as Trevas. Origens escandinavas O Festival de Yule é de origem nórdica e servia para comemorar o início do Solstício de Inverno. Nesta data, era costume sacrificar um porco ao deus Freyr, associado à fertilidade. Justamente por isso, era celebrado com dança, festas e muita alegria. A Bode de Yule é um dos mais antigos símbolos natalinos da Escandinávia. Sua origem é pré-cristã. O bode era associado ao deus Thor, que percorria os céus montado numa carruagem puxada por esses animais. A função deste festival foi mudando ao longo do tempo, com jovens passando a ir de casa em casa durante o período natalino para realizar pequenas brincadeiras ou entoar canções. Uma das pessoas do grupo deveria se vestir como o Bode de Yule. A partir do século XIX, o papel do Bode de Yule foi também se modificando, passando a ser aquele de dar presentes, com um dos homens da casa vestido como o Bode de Yule, até que essa tradição ser finalmente transformada na de Santa Claus, substituindo gradualmente a anterior. Especificamente na Finlândia, encontramos a figura de Joulupukki, que literalmente significa Bode de Yule e é a origem de Santa Claus. Vestia-se em trajes vermelhos, usava um cajado e viajava num trenó puxado por renas. Em sua origem, entretanto, as festividades em torno de Joulupukki eram inteiramente pagãs. O Bode de Yule era considerado um espírito demoníaco que, ao invés de presentear, ia recebê-los. O dito bode era uma criatura horrenda que assustava crianças. Não está muito claro como ele se transformou na benevolente figura que chegou até nossos dias. No entanto, o mais provável é que seja o resultado da união de vários costumes e crenças populares que se fundiram ao cristianismo. Origens germânicas Entre os povos germânicos pré-cristãos, também havia uma lenda associada ao mito de Odin que, por ocasião da festividade anual de Yule, reunia seu séquito de deuses e guerreiros que haviam perecido em combate para realizar uma grande caçada. As crianças enchiam as suas botas com cenouras, açúcar e palha, deixadas juntos às chaminés, para que fossem recolhidas por Sleipnir, o cavalo alado de Odin. Elas eram então recompensadas pelo deus, que deixava doces e presentes em suas botas. Essa prática persistiu na Holanda, Bélgica e Alemanha mesmo após a adoção do cristianismo, sendo então associada a São Nicolau, que cumpria o mesmo papel de Odin, deixando doces e presentes nas botas das crianças merecedoras de recompensas. O costume foi levado para a América, onde as crianças deixavam suas meias penduradas junto à lareira. São Nicolau / Santa Claus. A primeira versão deste santo dizia que era um bispo de Myra, no século IV, uma província da Anatólia. Era conhecido por sua generosidade com os pobres. Foi objeto de grande devoção na Holanda, Bélgica, Áustria e Alemanha, sendo representado sempre em trajes episcopais. Suas relíquias foram transportadas para Bari. Santa Claus é de fato uma corruptela para um termo dinamarquês Sinterklaas, de fato uma forma contraída de Sint Nicolaas ou São Nicolau. Sinterklaas era também um mito baseado parcialmente na estória do bispo de Myra. Papai Noel. O mito que hoje conhecemos como Papai Noel tem sua origem na fusão de diversos folclores, mas que tomou a forma hoje adotada a partir de sua caracterização pelos ingleses por volta do século XVII. Nessa época, surgiram seus trajes e as principais estórias a ele relacionadas, passando a representar a presença do espírito de Cristo, a partir de um conto escrito por Charles Dickens. Assim, numa data próxima ao Festival de Yule, passou-se a trocar presentes acompanhados de poesias e cantos, desta vez, em associação com os presentes dos Três Reis Magos. A figura do Papai Noel como o bom velhinho de longas barbas brancas e vestido em trajes vermelhos, cristalizou-se através de uma campanha publicitária da Coca-Cola no início do século XX, sendo associada ainda à filantropia e à benevolência. Sua residência oficial foi estabelecida no Pólo Norte. E graças ao enorme alcance da mídia, os mitos originais de Mithra, Freyr, Odin ou Thor, bem como aqueles associados ao nascimento do Cristo, perderam a sua importância para os aspectos comerciais da troca de presentes do dia de Natal. November 22 Chaos nos céusAlguém já se deu ao trabalho de dar uma olhadinha no céu?
O ápice do caos se deu justamente com um monte de planetas em Escorpião, um signo zodiacal tradicionalmente associado ao controle... E Mercúrio, planeta da comunicação, ficou retrógardo justamente por esses dias. Ou seja, ninguém se entendia. Bastou ficar direto é já surgem um monte de declarações inteligentes tanto sobre o acidente com o avião da Gol como sobre soluções sensatas para a crise.
Dia 25/11, Júpiter entrará em Sagitário e todo um séquito de planetas já se encontra por lá. Tudo isso ocorre na casa X do mapa do Brasil, indicando que se tata claramente de uma questão de governo, antes de se tratar de uma tema de debate exclusivamente técnico. Mas que também envolve questões de natureza internacional, já que inclusive os vôos que vêm do exterior sofreram toda sorte de atrasos. Quem sofre de fato são os usuários (Júpiter em conjunção com a Lua em Gêmeos, na casa IV).
Há duas perguntas em pauta:
1. Qual a melhor solução? 2. Quando esta solução trará resultados efetivos?
O ponto chave aqui é o controle do espaço aéreo, algo que nós veremos que a Aeronáutica relutará a abrir mão. Júpiter, além de se encontrar exilado, está nos termos de Mercúrio, colocado em Virgem, na casa VIII. Mercúrio, por sua vez, está nos termos de Saturno em Touro, na casa III, sugerindo longas conversas.
Essa combinação sugere ainda que teremos pessoas jovens (e talvez com pouca experiência) ainda trabalhando no controle dos vôos por um bom tempo ainda. E que a deficiência do inglês ainda será um grave problema. Saturno, por sua vez, está nos termos de Mercúrio, ou seja, haverá muita coisa longamente combinada e, a questão salarial será mesmo relevada ao segundo plano.
Temos ainda a questão dos equipamentos (e da sua manutenção). Com as componentes acima, veremos que este ponto não será tanto levado em conta.
Por fim, resta tentar ver quando teremos uma resposta substantiva para esse problema; ou melhor, quando ela será implementada de fato. No momento, existe toda uma clima emocional por conta do acidente, dos atrasos... mas Júpiter ainda fará uma oposição consigo mesmo: oposição significa obstáculo!!!
Arrisco dizer que antes de abril de 2009, não teremos nada concreto, nada definitivo com o qual poderemos contar.
Sendo mais preciso, acredito apenas que poderemos voar novamente em segurança, com um controle de tráfego adequado à malha aérea e vice-versa, apenas a partir dos últimos dez dias do mês de julho de 2009, quando as várias medidas estarão 100% implementadas.
October 31 As assombrações do centro de SPHá 500 anos, os índios acreditavam que a região onde está o centro de São Paulo era um lugar carregado de energia negativa. Diziam que o Rio Anhangabaú, que deu nome ao vale, tinha águas mal-assombradas. Não por acaso, seu nome significa 'rio do mau espírito'. por Silvia Campos, da redação do Estadão October 30 SamhainJunto com Beltane, este festival corresponde a um dos grandes portais de acesso ao Outro Mundo, dividindo o ano em duas estações, uma de luz e outra de escuridão. Alguns estudiosos sugerem que este festival era mais importante que Beltane e que provavelmente era início de todo o ciclo anual celta, uma vez que, para eles, o dia se iniciava à noite. Compreendiam que é no silêncio das sombras e da escuridão que se ouviam os sussurros que anunciavam os novos começos e a nova atividade das sementes sob a terra. Era um festival cuja celebração se iniciava na noite de 31 de outubro, o que deu origem ao Halloween. No Hemisfério Norte e para aqueles que vivem no campo, esta data é o início do inverno, época para recolher o gado e verificar as provisões para o período de frio e neve. Oferendas eram dedicadas aos deuses após as últimas colheitas e tudo que fosse possível seria estocado para resistir à mais fria estação do ano. É desnecessário dizer a importância do estoque de lenha, para o aquecimento dos lares. Diz-se que por ocasião do Samhain os deuses se aproximam da Terra, assim, muitas oferendas e sacrifícios eram realizados em sua homenagem, bem como, ações de graças pelas novas colheitas. Muitas vezes, objetos representando os desejos de cada um eram igualmente oferecidos aos deuses e incinerados nas chamas do festival. Ao final, cada família conduzia uma tocha para a sua própria casa, para reacender os fogo dos lares e assim, reacender os sonhos, os desejos e as novas perspectivas para o ano que se iniciava. October 16 Bruxas à soltaE porque eu digo isso? Dia 31/10 é Dia das Bruxas. Elas se reúnem de todos os cantos e fazem a sua convenção anual. Há delas em todas as partes do mundo e, acima de tudo, bruxas de todos os tipos. Tenho recebido e-mails falando de pré-convenções... Se você prestar atenção e ficar um certo tempo olhando para o céu, logo notará um vulto sobre uma vassoura voadora. E se ficar ainda mais tempo, acabará vendo mais delas.
E o que isso tem a ver com os acidentes aéreos nessa época do ano? É sempre na mesma época, e não adianta arrumar uma "desculpa astrológica", pois isso vem ocorrendo em todos os anos e em todo o mundo.
As bruxas são que nem os motoristas de final de semana, não têm o hábito de saírem voando por aí toda hora. E nessa época, há mais delas voando que urubus nas proximidades de aeroporto (brasileiro). Alguém vai ainda me dizer que "mulher no volante, perigo constante"... bem, não posso concordar, pois conheço muitas que dirigem melhor que muito "motorista profissional"...
Mas não é o caso das bruxas em suas vassouras e vaporettos... muitas, diversas delas, voando por aí... August 25 Plutão não é mais aqueleE nem nunca foi!!!
Alguns astrólogos já pontuaram que a Astrologia existe há milênios, empregando apenas cinco planetas mais Sol e Lua e sempre funcionou, deu certo. Não é porque os astrônomos, numa importante reunião realizada ontem, em Praga, decidiram que este ex-planeta passou à categoria de planeta-anão (abaixo inclusive dos asteróides!!!) que a Astrologia terá de rever seus conteúdos.
Plutão foi descoberto em 1930 e, até agora, ainda não completou uma órbita inteira em torno do Zodíaco. Para mim, esta é razão suficiente para que as informações decorrentes da interpretação deste corpo sejam levadas com cautela. Para quem não sabe, quando Urano e Netuno foram descobertos, simplesmente pegaram algumas atraibuições de outros planetas e as repassaram a eles, associando-os a certos mitos, como o que ocorreu recentemente com Quíron, uma pedra que sequer está mais dentro do Sistema Solar. Com isso, quero dizer que o que se atribui interpretativamente a Plutão é absolutamente empírico, um exercício de chutometria.
No entanto, tenho ainda outras razões para descartar o uso deste ex-planeta na interpretação dos gráficos astrológicos. Segundo a hipótese orgânica de Kepler, todos os corpos que surgiram por ocasião da explosão da estrela-Sol mantém relações entre si (a base da moderna teoria dos aspectos), tendo como principal finalidade a manutenção da vida, no caso, em nossa Terra. Cada um, por suas características físicas, teria como papel defender os planetas interiores dos corpos oriundos de fora do Sistema Solar. O livro do Horst Ochman detalha muito bem essa idéia sob a luz da moderna astrofísica. O tal do Plutão, os astrônomos em geral concordam, é um corpo que foi agarrado pela gravidade do Sol, vindo de fora do Sistema Solar.
O ser humano, em essência, não mudou em nada (basta vermos seu comportamento e atitudes em qualquer metrópole) e qualquer mapa pode muito bem ser interpretado apenas com os planetas tradcionais (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno). Urano e Netuno, segundo me ensinaram, são planetas geracionais. Em razão de seu período orbital, encontram-se além da experiência individual; portanto, contam apenas em termos de geração e é nesses termos que devem ser avaliados e ponderados numa interpetação. Há todo um conjunto de implicações apenas nesse conceito (simples), mas que a maior parte dos astrólogos parece não notar, faz de conta que não vê e repete suas contradições sem se dar conta disso.
Ninguém se separa porque Plutão transitou a cúspide da casa VII (isso dura, respeitadas as órbitas, retrogradação, etc.) cerca de cinco anos. Ninguém abre falência porque o ex-planeta transitou no Fundo do Céu, pelos mesmos motivos. Existem sempre outras indicações que mostram o processo em curso e, seu desfecho.
De certo modo, podemos dizer o mesmo de Urano e Netuno. Ninguém perde a carteira porque Netuno transitou na cúspide da II. Como também ninguém rompe com a carreira apenas porque Urano transitou o MC (acabei de passar por isso e nem por isso deixei de ser astrólogo).
Falta senso crítico, fazer uma Astrologia pensada, refletindo nos conceitos básicos, essenciais, utilizados há milênios pelos nossos antecessores. De minha parte, estou desconfigurando Plutão de meus programas de Astrologia.
August 10 Trânsitos de Vênus - Quem dá Bola?Este artigo foi originalmente publicado no site Maha Djin, no final de maio de 2004. Novamente, temos um evento astronômico que desperta a atenção de todos nós aqui em Gaia. Trata-se do Trânsito de Vênus, como os astrônomos o chamam. O astrólogos entretanto preferem chamar este evento de conjunção inferior. O fim da Atlântida O Mito de Vênus O planeta Vênus A conjunção inferior de 08/06/2004 Utopia? Quem sabe? Pergunte a Vênus ou espere até 2012... Enquanto isso, no Oriente Médio, prosseguem os ataques sobre o Líbano...
July 31 EstupidezQualquer guerra é estúpida!!! Qualquer agressão a outro ser humano é estupidez!!!
Mas o que estamos vendo (há fotos em vários sites) com a população civil no Líbano é atroz.
Não adianta culpar os astros... Primeiro, há suspeitas de que as cirurgias pelas quais passou Ariel Sharon foram mal conduzidas, os procedimentos, considerando o seu quadro anterior, incorretos. Depois, a paz aparente da região, negociada principalmente por líderes hoje mortos, não tolerada pelas diversas facções que fazem parte daquele país.
Porém, precisamos ir mais além, à época do Tratado de Versalhes, uma verdadeira violência a diversos povos de várias regiões do globo. Este tratado dividiu nações, criou paises, sem levar em conta suas etnias, seus povos, características linnguísticas, etc... E assim, vários povos considerados minorias foram divididos por fronteiras políticas pouco representativas. Apenas interesses econômicos contavam. E assim surgiram os países árabes como hoje os conhecemos. Viva a Inglaterra e a França!!!
Bem, como sabemos, as minorias se multiplicam muito mais que as maiorias, justamente em razão de sua baixa escolaridade. Essa multiplicação gera milhares de pessoas sem condições mínimas de vida e, logicamente, podemos concluir que lhes é destinada a miséria e a marginalidade (parece que conhecemos algo semelhante nas metrópoles brasileiras, não é?). Para esses seres igualmente humanos, chega um momento em que a vida não tem mais grande valor, uma vez que suas perspectivas futuras praticamente inexistem.
Se juntarmos a componente religiosa, o fanatismo e o dogmatismo, encontramos pessoas que são facilmente cooptadas para as milícias armadas daquela região do globo. São várias, porque existem várias divisões no meio islâmico.
O caldeirão é bastante simples: trata-se de uma guerra em que os palestinos (os filisteus da Bíblia) ficaram temporariamente em segundo lugar, mas são o motivo de segundo plano para esta guerra óbvia. Na medida em que os palestinos foram desarmados e as milícias (alimentadas pelos sírios e incentivadas pelo Irã) assumiram a dianteira dos conflitos.
O primeiro erro, ouso escrever, foi estabelecer fronteiras arbitrárias para o Estado de Israel numa região que já era um barril de pólvora mal resolvido a milênios. Os erros restantes são a conivência, especialmente dos EUA (maior população judaica no mundo) no modo de restabelecer a paz.
Solução? Não dá mais para tirar Israel de lá... Mas é preciso força política e coragem para dissolver as milícias naquela região, uma vez que elas ameçam igualmente a segurança da população civil lançando foguetes diariamente sobre aquela nação. Do contrário, o Líbano se tornará novamente o inferno de Dante.
Gente, eu estive lá por algumas vezes, entre 1986 e 1989. Os caças Phantom israelenses sobrevoavam as montanhas por trás de Beirute. Havia tanques sírios por toda parte. O hotel Hilton era destruição pura, o mesmo dizendo da Escola Americana. Para quem não conhece, o Líbano é um país com uma conformação geográfica e morfológica linda. Foi uma espécie de Suíça do Oriente Médio, extremamente rica. Há alguns anos, investiu forte em turismo, para recompor as suas divisas. Trata-se de um povo limpo, cordial e leal, que não merece ser castigado por ninguém que seja.
A estupidez humana, porém, prevalece e o mais forte bate no mais fraco. As escaramuças fazem pesadas baixas em ambos os lados. É preciso parar de produzir armas!!! E investir esse dinheiro na produção de alimentos, como anteviu Gorbachev (quem se lembra dele? o da mancha na testa?).
Abraços e Paz March 25 Sobre os eclipsesDe todos os fenômenos visíveis no céu, os eclipses sempre foram os que mais assombraram a humanidade e estimularam sua imaginação. Trata-se de um espetáculo impressionante quando o a Lua se interpõe diante do disco solar e o oculta.
Grande era o alívio quando, pouco a pouco, a claridade voltava a surgir à medida que a Lua "liberava" a luminosidade proveniente dos raios do Sol. O ocultamento do Sol originou muitas superstições e crendices que, mesmo que aparentemente infundadas, mostraram através da prática e da observação, não estarem totalmente desprovidas de razão. Os povos antigos imaginavam que um dragão se punha a devorar o Sol. Em Gênesis 1:14, há uma passagem que diz que “...Sejam feitos luzeiros no firmamento do céu, e separem o dia da noite, e sirvam para distinguir os tempos, os dias e os anos...”, reafirmando a importância atribuída pelos antigos a esses dois astros.
Ptolomeu dizia que a falta das luminárias, que consiste no obscurecimento e privação momentânea da luz, não pode ser mais do que um funesto presságio de calamidades inevitáveis. O fato, entretanto, é que quando ocorre um eclipse, há também uma quebra, uma ruptura da ordem estabelecida, da harmoniosa regularidade dos movimentos celestes e, conseqüentemente, um desarranjo na vida.
Ainda segundo Ptolomeu, o eclipse diz respeito apenas à parte do mundo onde o ocultamento é visível. Afeta mais particularmente os países que correspondem ao signo no qual se produz. Em média, seus efeitos perduram em torno de seis meses, criando uma região sensível no Zodíaco. Para este fim, consideramos particularmente o ocultamento do Sol. Para definir sua natureza, levamos em conta o regente do eclipse, as estrelas fixas que fazem parte do tema, bem como os planetas que estiverem envolvidos na configuração. De uma forma genérica, podemos dizer que os signos humanos dizem respeito à humanidade; os signos animais, aos animais em geral; os signos terrestres, aos sismos; e os de água, às inundações e tempestades. Os signos cardinais falam de regiões; os fixos, de edificações; os mutáveis, de meios de transporte.
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