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    January 27

    A 1ª Missa do Colégio de Piratininga

    Por isso, alguns dos irmãos mandados para esta aldeia no ano do senhor de 1554, chegamos a ela a 25 de janeiro e celebramos a primeira missa numa casa pobrezinha e muito pequena no dia da conversão de São Paulo, e por isso dedicamos ao mesmo esta esta casa.
     

    A carta acima pode ser considerada a certidão da fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, nos relata como foi o ato, oferecendo-nos as seguintes informações:
    - Local: era a aldeia de onde Anchieta escreveu, Piratininga.
    - Data: 25 de janeiro de 1554.
    - Como: pela celebração de uma missa.
    - Quem: alguns jesuítas “mandados” pelo superior provincial, Pe. Manuel da Nóbrega.
    - Cerimônia presidida pelo superior local, Pe. Manuel de Paiva.
    - Presentes: Tibiriçá, João Ramalho, Bartira, os jesuítas membros da nova comunidade, entre eles, José de Anchieta, muitos índios e colonos.
    Foi celebrada ao ar livre, já que a casa construída por Tibiriçá, a pedido de Nóbrega, era muito pequena, como descreveu Anchieta na carta quadrimestre a Santo Inácio.
    Os relatos (cartas) dos jesuítas, responsáveis pela catequese e educação dos cristãos e dos gentios, são a documentação existente sobre os primórdios da fundação da cidade de São Paulo, ocorrida por meio da 1ª Missa neste sítio.
    Piratininga era o nome dado ao Planalto Paulista. Quando Martim Afonso de Souza empreendeu a colonização de São Vicente, já encontrou João Ramalho casado com Bartira, filha do cacique Tibiriçá, chefe dos Guaianases, que havia chegado à região entre 1500 e 1510.
    Fundada São Vicente, Martim Afonso de Souza transpôs a Serra  para oficializar o povoado do Santo André da Borda do Campo. Nomeou então João Ramalho Capitão Mor dos Campos de Piratininga.
    Decorridos cerca do vinte anos, Tomé de Souza, primeiro governador geral do Brasil, visitou São Vicente, acompanhado do Pe. Manoel do Nóbrega, primeiro provincial da Companhia do Jesus no Brasil.
    Ele subiu ao planalto pela primeira vez em agosto de 1553, ficando impressionado com o lugar e animado por encontrar várias famílias cujos filhos estudavam no litoral. Decidiu então transferir a escola para lá, desrespeitando a proibição de Tomé de Souza de penetrar o sertão adentro.
    Segundo o relato de Anchieta, em carta a Inácio de Loyoloa, alguns irmãos chegaram na aldeia onde rezariam a 1ª Missa em 25 de janeiro de 1554, vindos muito provavelmente de Santo André da Borda do Campo. A 1ª Missa foi celebrada pelo Pe. Manuel de Paiva, ao ar livre, já que a edificação construída por Tibiriçá a pedido do Pe. Manuel da Nóbrega era muito pequena.
    E, segundo Tito Lívio Ferreira:
    Os jesuítas chefiados por Manoel da Nóbrega vão diretamente à casa de João Ramalho, em Santo André da Borda do Campo, onde pernoitam. No dia seguinte, ao romper da madrugada, tomam o caminho de Piratininga, onde chegam manhã alta. Padre Nóbrega designa o Padre Manoel de Paiva para celebrante da missa de 25 de janeiro de 1554, no alto do Inhapuambuçu. Serve-lhe de acólito o irmão José de Anchieta. Padre Paiva eleva o cálice do sacrifício. Anchieta retine a campainha cujo eco se perde no silêncio do terreiro. E Manoel da Nóbrega, com os olhos no céu, pede as bençãos de Deus para o Real Colégio Nascente.
     

    A distância entre Santo André e São Paulo é de cerca de 20 quilômetros. Para uma tropa comum, composta de pessoas e jumentos, é percorrida num intervalo cerca de 5 a 6 horas (considerando uma marcha de 3 a 4 km/h). Considerando-se a rotina dos padres jesuítas e que a região era frequentemente atacada pelos índios Carijós, é muito provável que tenham partido pouco antes do amanhecer, que se deu às 05:46 horas.
    Como não deve ter ocorrido muito tempo entre a chegada dos jesuítas e o início da 1ª Missa, podemos supor que o horário para este início esteja entre 10:00 e 12:00 horas.
    O resultado obtido para o cálculo da hora ajustada para a 1ª Missa do Colégio de Piratininga é 10:35 do dia 25/01/1554.
    Este trabalho está disponível para download.
    December 19

    Lendas de Natal

    O Natal é, de fato a celebração de um evento muito anterior ao advento do Cristo. Associado com o Solstício de Inverno, embora com diferentes denominações e divindades, sempre teve em comum a celebração da vitória da luz sobre as trevas, do bem sobre o mal. O mito do nascimento de uma divindade solar é encontrado entre os persas e os egípcios.
    Particularmente com respeito à data do nascimento do Cristo, a data de 06/01 era a preferida mas, até o século III, várias datas entre dezembro e abril coexistiam. No ano 350, Roma passou a adotar a data de 25/12, confirmada pelo Vaticano e, gradualmente, pelos demais cristãos (exceto pelos cristãos ortodoxos).
    Assim, a celebração do Natal, como o fazemos em nossos dias, é uma mescla de vários costumes e crenças pré-cristãs com outras que foram se desenvolvendo a partir da Idade Média. Contudo, o atual formato do Natal surgiu definitivamente no início do século XX.

    Origens persas e romanas
    Yalda, também conhecido como Shab-e-Cheleh, é celebrado na véspera do primeiro dia do Inverno (21/12) pelo calendário iraniano, ou seja, junto ao Solstício de Inverno. Trata-se de um festival que celebra o nascimento do deus solar Mithra.
    Era considerado de grande importância no Irã pré-muçulmano, embora continue sendo celebrado ainda em nossos dias, continuamente por uma período superior a 6000 anos. Alguns historiadores acreditam que este festival acabou se estendendo para a Europa através dos contatos entre Roma e o Império Persa, sendo posteriormente substituído pelo Natal em 25/12.
    Este festival acabou sendo melhor conhecido através de sua variação romana, que se transformou na Saturnália. De todo modo, o significado é o mesmo adotado em outras culturas, celebrando a vitória da Luz sobre as Trevas.

    Origens escandinavas
    O Festival de Yule é de origem nórdica e servia para comemorar o início do Solstício de Inverno. Nesta data, era costume sacrificar um porco ao deus Freyr, associado à fertilidade. Justamente por isso, era celebrado com dança, festas e muita alegria.
    A Bode de Yule é um dos mais antigos símbolos natalinos da Escandinávia. Sua origem é pré-cristã. O bode era associado ao deus Thor, que percorria os céus montado numa carruagem puxada por esses animais.
    A função deste festival foi mudando ao longo do tempo, com jovens passando a ir de casa em casa durante o período natalino para realizar pequenas brincadeiras ou entoar canções. Uma das pessoas do grupo deveria se vestir como o Bode de Yule.
    A partir do século XIX, o papel do Bode de Yule foi também se modificando, passando a ser aquele de dar presentes, com um dos homens da casa vestido como o Bode de Yule, até que essa tradição ser finalmente transformada na de Santa Claus, substituindo gradualmente a anterior.

    Especificamente na Finlândia, encontramos a figura de Joulupukki, que literalmente significa Bode de Yule e é a origem de Santa Claus. Vestia-se em trajes vermelhos, usava um cajado e viajava num trenó puxado por renas.
    Em sua origem, entretanto, as festividades em torno de Joulupukki eram inteiramente pagãs. O Bode de Yule era considerado um espírito demoníaco que, ao invés de presentear, ia recebê-los. O dito bode era uma criatura horrenda que assustava crianças. Não está muito claro como ele se transformou na benevolente figura que chegou até nossos dias. No entanto, o mais provável é que seja o resultado da união de vários costumes e crenças populares que se fundiram ao cristianismo.

    Origens germânicas
    Entre os povos germânicos pré-cristãos, também havia uma lenda associada ao mito de Odin que, por ocasião da festividade anual de Yule, reunia seu séquito de deuses e guerreiros que haviam perecido em combate para realizar uma grande caçada. As crianças enchiam as suas botas com cenouras, açúcar e palha, deixadas juntos às chaminés, para que fossem recolhidas por Sleipnir, o cavalo alado de Odin. Elas eram então recompensadas pelo deus, que deixava doces e presentes em suas botas.
    Essa prática persistiu na Holanda, Bélgica e Alemanha mesmo após a adoção do cristianismo, sendo então associada a São Nicolau, que cumpria o mesmo papel de Odin, deixando doces e presentes nas botas das crianças merecedoras de recompensas. O costume foi levado para a América, onde as crianças deixavam suas meias penduradas junto à lareira.
    São Nicolau / Santa Claus.

    A primeira versão deste santo dizia que era um bispo de Myra, no século IV, uma província da Anatólia. Era conhecido por sua generosidade com os pobres. Foi objeto de grande devoção na Holanda, Bélgica, Áustria e Alemanha, sendo representado sempre em trajes episcopais. Suas relíquias foram transportadas para Bari.
    Santa Claus é de fato uma corruptela para um termo dinamarquês Sinterklaas, de fato uma forma contraída de Sint Nicolaas ou São Nicolau. Sinterklaas era também um mito baseado parcialmente na estória do bispo de Myra.
    Papai Noel.

    O mito que hoje conhecemos como Papai Noel tem sua origem na fusão de diversos folclores, mas que tomou a forma hoje adotada a partir de sua caracterização pelos ingleses por volta do século XVII. Nessa época, surgiram seus trajes e as principais estórias a ele relacionadas, passando a representar a presença do espírito de Cristo, a partir de um conto escrito por Charles Dickens.
    Assim, numa data próxima ao Festival de Yule, passou-se a trocar presentes acompanhados de poesias e cantos, desta vez, em associação com os presentes dos Três Reis Magos.
    A figura do Papai Noel como o bom velhinho de longas barbas brancas e vestido em trajes vermelhos, cristalizou-se através de uma campanha publicitária da Coca-Cola no início do século XX, sendo associada ainda à filantropia e à benevolência. Sua residência oficial foi estabelecida no Pólo Norte. E graças ao enorme alcance da mídia, os mitos originais de Mithra, Freyr, Odin ou Thor, bem como aqueles associados ao nascimento do Cristo, perderam a sua importância para os aspectos comerciais da troca de presentes do dia de Natal.
    October 30

    Samhain

    Junto com Beltane, este festival corresponde a um dos grandes portais de acesso ao Outro Mundo, dividindo o ano em duas estações, uma de luz e outra de escuridão. Alguns estudiosos sugerem que este festival era mais importante que Beltane e que provavelmente era início de todo o ciclo anual celta, uma vez que, para eles, o dia se iniciava à noite. Compreendiam que é no silêncio das sombras e da escuridão que se ouviam os sussurros que anunciavam os novos começos e a nova atividade das sementes sob a terra. Era um festival cuja celebração se iniciava na noite de 31 de outubro, o que deu origem ao Halloween.
    Literalmente, significa fim do verão. A cristianização dos festivais pagãos fez corresponder com o “Dia de Todos os Santos” e do “Dia de Finados”. Em ambas ocasiões, preces e orações são dedicadas àqueles que já partiram e se encontram em outros planos de existência. Ao longo dos séculos, entretanto, a crença popular generalizada era de que nesses dias os véus entre os reinos ficam extremamente tênues e as almas transitavam livremente entre os vivos. E talvez por isso mesmo, esses dias sempre foram propícios para realizar práticas mágicas ou divinatórias, graças à “assessoria” dos povos dos outros reinos.

    No Hemisfério Norte e para aqueles que vivem no campo, esta data é o início do inverno, época para recolher o gado e verificar as provisões para o período de frio e neve. Oferendas eram dedicadas aos deuses após as últimas colheitas e tudo que fosse possível seria estocado para resistir à mais fria estação do ano. É desnecessário dizer a importância do estoque de lenha, para o aquecimento dos lares.
    Para os tradicionais irlandeses, esta era de fato a principal festa do ano, ocasião para se reunirem no centro de suas vilas. Realizavam a “Festa de Tara”, centrada no mito do Rei Sagrado com o coração da terra sagrada. Assim, encenava-se um ritual de concepção para o ano que se principiava. Em todas as casas da região, os fogos eram apagados até que os druidas acendessem novamente a chama para o novo ano.

    Diz-se que por ocasião do Samhain os deuses se aproximam da Terra, assim, muitas oferendas e sacrifícios eram realizados em sua homenagem, bem como, ações de graças pelas novas colheitas. Muitas vezes, objetos representando os desejos de cada um eram igualmente oferecidos aos deuses e incinerados nas chamas do festival. Ao final, cada família conduzia uma tocha para a sua própria casa, para reacender os fogo dos lares e assim, reacender os sonhos, os desejos e as novas perspectivas para o ano que se iniciava.

    August 10

    Trânsitos de Vênus - Quem dá Bola?

    Este artigo foi originalmente publicado no site Maha Djin, no final de maio de 2004. 
    Foi readaptado para o momento atual, em que novamente se fala de portais e catástrofes.

    Novamente, temos um evento astronômico que desperta a atenção de todos nós aqui em Gaia. Trata-se do Trânsito de Vênus, como os astrônomos o chamam. O astrólogos entretanto preferem chamar este evento de conjunção inferior.
    Este fenômeno só ocorre com os planetas inferiores, ou seja, Mercúrio e Vênus, que têm suas órbitas entre a Terra e o Sol.
    No caso de Vênus, esta conjunção se torna mais importante em virtude de sua raridade. Na grande maioria de suas conjunções inferiores, este planeta passa um pouco abaixo ou acima do disco solar. No dia 08/06/2004, pela manhã, ao olharmos para o Sol, observamos uma pequena mancha deslocando-se de sudoeste para nordeste. Esta “mancha” é Vênus, perfeitamente alinhada com o Sol e a Terra.
    Este tipo de evento costuma ocorrer a grandes intervalos de 105,5 ou 121,5 anos, aos pares, com o segundo trânsito ocorrendo cerca de oito anos após o primeiro. Ou seja, em junho de 2012 teremos o segundo par desta conjunção e depois, apenas nos anos de 2117 e 2125.

    O fim da Atlântida
    No último capítulo do livro acima citado, de Otto Muck, encontramos uma referência interessante a respeito desta conjunção, datada em 05/06/8498 AC e incluindo a Lua entre a Terra e Vênus. Segundo o autor, este teria sido o Dia Zero do Calendário Maia, assinalando a data da destruição de Atlântida em virtude da passagem de um planetóide entre a Lua e o nossa Terra. Este dado é confirmado por alguns astrônomos, especialmente por Henseling.
    Este último praticamente confirma pesquisas mais recentes empreendidas pelo professor Argüelles sobre a validade e a finalidade do referido calendário. A propósito, o Calendário Maia assinala para julho de 2012 uma mudança de ciclo na biosfera e que inclui uma série de observações e previsões, como a dissolução dos organismos internacionais, a mudança de paradigmas monetários, etc..

    O Mito de Vênus
    Em estórias mais antigas de diversos povos, Vênus é considerada filha do Sol e da Lua. E, à medida que mais deuses foram agregados ao panteão celeste, esta deusa passou a ser responsável pela fertilidade do planeta. Outros mitos e lendas foram surgindo e ela passou a reger também o amor erótico, o refinamento e a sensibilidade artística. É preciso lembrar que a fertilidade ocorre em vários níveis, uma vez que o ser humano é dotado do dom de criar; conseqüentemente, esta sensibilidade pode ocorrer nos diversos níveis aos quais ela se propõe.
    Um dos mitos de Vênus diz que ela nasceu do sangue que jorrou dos testículos de Urano e que caiu no mar. Dessa espuma, brotou uma deusa belíssima, que chegou a ser invejada no Olimpo por sua beleza. Dois aspectos não devem passar desapercebidos aqui:
    1. Seu pai é Urano, um titã que governa as catástrofes inesperadas, as tempestades súbitas.
    2. Vênus não provém de uma união sexual, não tem uma “mãe” e não foi criada a partir do amor.
    Por esta razão, este planeta possui ainda uma natureza singular e amoral, muitas vezes individualista, que inclui o fato de que um dos elementos que permitiu o seu nascimento ser o sangue. O sangue é normalmente associado como o veículo ou receptáculo da alma. Podemos concluir então que Vênus é depositária do espírito de seu pai através do sangue a originou.

    O planeta Vênus
    Este planeta possui ainda características próprias. Além de estar envolto numa densa atmosfera que impede de se observar sua superfície, seu movimento de rotação se processa ao contrário de todos os demais corpos do sistema solar. Todos os planetas “giram” no sentido anti-horário e Vênus o faz no sentido horário. A rotação anti-horária cria uma força centrípeta, para dentro, enquanto com Vênus, esta força se torna centrífuga e dirigida para fora.
    Segundo o astrólogo Martin Schulman, o objetivo simbólico de Vênus ao girar no sentido horário é irradiar a evolução através do desenvolvimento espiritual da sociedade através da compreensão do amor como fator agregador. Esta característica é abordada pelo autor quando se refere ao fato de Vênus não possuir pólos magnéticos, constituindo-se assim num planeta de identidade única, sem divisões ou dicotomias.
    As características peculiares de Vênus apenas reforçam a hipótese de estar simbolicamente envolvido no cataclisma de Atlântida e no início do Calendário Maia.

    A conjunção inferior de 08/06/2004
    Tratou-se justamente da oportunidade para refletir sobre os nossos próprios valores, tanto no plano individual como no coletivo. Foi a oportunidade para rever idéias e conceitos (ocorre em Gêmeos), como também, de estabelecer pontes e conexões entre pessoas ao invés de continuarmos a semear discórdia e desagregação.
    A consciência, representada pelo Sol, energiza e vitaliza os significados de Vênus, ligados ao amor desinteressado. O artista Nicholas Roerich (www.roerich.org/) foi o criador da Bandeira da Paz e dos Direitos Universais do Homem, ratificado pela ONU. É hora de praticarmos seus princípios conscientemente e de uma maneira coletiva, começando por nossa vizinhança, especialmente nos aspectos de refinamento, sensibilidade e arte.
    É preciso deixar de lado mexericos, fofocas e intrigas e reassumir o nosso papel de seres humanos, que sabem e sabem que sabem, parando de teorizar e colocar na prática outro conjunto de regrinhas básicas: Os 10 Mandamentos.

    Utopia? Quem sabe? Pergunte a Vênus ou espere até 2012...

    Enquanto isso, no Oriente Médio, prosseguem os ataques sobre o Líbano...

    January 30

    Super evento na Hera Mágica

    Na tarde de 29/01, com Patríca Fox, Cláudio Crow, Kelma Mazziero e eu.
    Um enorme sucesso!!!
    Rolou uma sinergia muito forte entre todos os palestrantes, num clima descontraido e agradável, como tudo o que ocorre na Hera Mágica.
    O bom nível de todos os que participaram deste encontro favoreceu ainda mais a qualidade do debate dos temas apresentados, especialmente por conta da multidisciplinaridade. Só nos resta agradecer pela calorosa presença!
    (www.heramagica.com.br)